terça-feira, 15 de agosto de 2017

OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO



 
 
Considerado o maior achado do século XX, os Manuscritos do Mar Morto são um conjunto de textos com mais de 2000 anos escritos pelos Essénios que era um povo humilde de grandes conhecimentos, originário do Egipto, que formavam um grupo de Judeus que abandonaram as cidades e rumaram para o deserto, passando a viver em Qunram às margens do Mar Morto.

Os Essénios foram uma das três principais seitas religiosas da Palestina (Saduceus, Fariséus e Essénios) e acreditava-se que Jesus foi membro do grupo do norte que se concentrava ao redor do Monte Carmelo, como de resto o tinha sido seu primo João Baptista.
 
Os Manuscritos revelam coisas muito importantes que não fazem parte da Bíblia porque os escribas e fariseus eram contrários a Jesus e serviam mais os interesses dos Sacerdotes do Templo que o perseguiam tendo por isso sido omitidos muitos de seus ensinamentos depois da crucificação.
 
Os textos falam do Curandeirismo ou métodos naturais de cura e tratamento das doenças que hoje chamamos de Medicinas Alternativas, fala da importância do Vegetarianismo, fala da Reencarnação que era uma crença muito comum naquele tempo, fala da divisão justa das colheitas e riquezas entre o povo, fala da relação pacífica dos homens com os animais de que Jesus era o seu maior exemplo...
 
Enfim, muito se pode concluir deste grande achado arquelógico que durante dois milénios se encontrava numas cavernas junto ás margens do Mar Morto. Os papiros foram encontrados casualmente por um pastor beduino (Muhammad Did) que procurava uma de suas cabras desgarradas que se tinha perdido entre as rochas e certamente não foi por acaso que tal aconteceu, pois terá sido atraido àquele local onde se encontrava um grande ‘tesouro’ que se encontra actualmente guardado no Santuário do Livro do Museu de Israel em Jerusalém, tendo sido visitado pelo ex Presidente dos EUA Barack Obama na companhia do 1º MInistro de Israel Benjamim Netanyahu.



Os textos estão preservados do contacto com as pessoas e são de longe a versão mais antiga do Velho Testamento, datando de mil anos antes do texto original da Bíblia Hebraica usada pelos judeus.

Por fim, o Papa Bento XVI estabeleceu no dia 5-4-2007 uma relação entre Jesus e os Essénios na sua homilia na "Missa da Santa Ceia" realizada na basílica romana de S. João de Latrão, referindo-se aos Manuscritos de Qunram.      
 
 
Rui M. Palmela
 

sábado, 12 de agosto de 2017

SHAMBHALLA


 
Shambhalla, em sânscrito significa "lugar de paz", é uma localidade mítica, habitada por uma comunidade de seres perfeitos e semi-perfeitos que em silêncio e segredo são os guias da evolução da humanidade.
 
Segundo a lenda, somente os puros de coração podem viver em Shamballa. Ali desfrutam de completo bem estar e felicidade em uma existência sem sofrimento, sem angústia de desejos, sem doença ou velhice. Não há injustiças; as pessoas são belas e possuem faculdades psíquicas ou extra-sensoriais. São altamente avançadas sob todos os aspectos, do espiritual ao tecnológico, do artístico ao científico.
 
Os textos religiosos tibetanos descrevem a natureza física de Shambhalla com detalhes, com sua estrutura semelhante ao lótus de oito pétalas, onde oito regiões aparecem cercadas de montanhas. A capital é Kalapa. Os palácios são ornamentados com ouro, diamantes, corais e outras gemas preciosas. Cercado de picos recobertos de gelo, o conjunto, montanhas e palácios, são como uma jóia arquitetônica refletindo uma luz cristalina.
 
Uma tecnologia avançada é usada em Shambhalla; um palácio possui clarabóias que polarizam a luz e são como lentes de "telescópios" que servem também para estudar o Cosmos e a vida noutros mundos. Há milênios que os habitantes de Shambhalla usam veículos-naves que circulam nos subterrâneos através de um sistema complexo de túneis, alguns saindo para a superfície, tendo sido observados no céu em várias partes do Mundo.
 
Os Shambhallens possuem faculdades telepáticas e clarividência e o poder da levitação, podendo também projectar seu corpo astral para qualquer lugar, tendo a habilidade de se materializar ou desmaterializar perante o olhar comum dos humanos.
 
Nicholas Roerich, descreve Shamballah como estando "no meio de colossais montanhas perenemente nevadas, com vales luxuriantes e fontes de água quente”... Quanto ao seu acesso, Roerich refere que “nos contrafortes dos Himalaias existem muitas grutas que vão até grandes distâncias, sob o Kinchinjunga”, falando inclusive da “porta de pedra” mítica que nunca foi aberta porque ainda não chegou o tempo. Estas profundas passagens conduzem a Shambhalla – o vale maravilhoso".

         
 
Lama, fala-me de Shambhalla!
 
- Mas vocês, os ocidentais, não sabem nada de Shambhalla – nem desejam saber nada. Provavelmente perguntas só por curiosidade; e pronuncias esse nome sagrado em vão.
Lama, não pergunto por Shambhalla ao acaso. Em toda a parte as pessoas sabem desse símbolo, embora lhe dêem nomes diferentes...Todos sentimos como, sob símbolos secretos, um grande segredo se esconde. Verdadeiramente, o cientista ardente aspira a saber tudo sobre Kalachakra (ensinamentos de Buda).
 
- Poderá isso ser verdade quando alguns dos ocidentais profanam os nossos templos? Fumam dentro dos nossos santuários sagrados; não compreendem nem querem venerar a nossa fé e o nosso ensinamento. Ridicularizam e menosprezam os símbolos cujo significado não penetram. Se visitássemos os vossos templos, a nossa conduta seria completamente diferente, porque o vosso grande Bodhisattva, Issa (Jesus), é verdadeiramente um dos que foi exaltado. E nenhum de nós difamaria os ensinamentos da misericórdia e da rectidão.
 
Lama, só os muito ignorantes e estúpidos ridicularizariam os vossos ensinamentos… Porque é que acreditas que no ocidente não sabemos nada de Shambhalla?… Vês que estou a ler o Kalachakra. Sei que um espírito elevado, se estiver preparado e ouvir uma voz proclamando Kalagiya, é o chamamento de Shambhala. Sabemos que Tashi Lama visitou Shambhalla... Até sabemos a canção Mongol sobre Shambhalla. Quem sabe talvez até saibamos muitas coisas novas para ti.
O Lama estudou-nos com o seu olhar penetrante. Depois disse:
 
- A Grande Shambhalla está nos confins do oceano. É o poderoso domínio celeste. Não tem nada que ver com a nossa Terra. Como e porquê vocês, pessoas da terra, têm interesse nisso? Só em alguns lugares, no longínquo Norte, se podem ver os resplandecentes raios de Shambhalla.
 
Lama, conhecemos a grandeza de Shambhalla. E sabemos da realidade desse lugar indescritível. Mas também sabemos da realidade da Shambhala real. Sabemos como alguns altos Lamas foram a Shambhalla, como no seu caminho viram coisas habituais do mundo físico. Sabemos da história do Lama Buryat e de como ele foi acompanhado por uma passagem secreta… Mais ainda, nós mesmos vimos um posto numa fronteira branca uma das três vigias de Shambhalla. Por isso, não me fales só da Shambhalla celeste, fala-me também daquela da Terra; porque sabes, tão bem quanto eu, que a Shambhalla da terra está ligada à celeste. E nessa ligação os dois mundos se unem.
 
O Lama ficou em silêncio. 
 
- Vens do ocidente e no entanto trazes notícias de Shambhalla. Verdadeiramente assim é: Provavelmente o raio da torre de Rigden-jyepo chegou a todos os países. Tal como um diamante, brilha a luz da torre de Shambhala. Ele está lá - Rigden-jyepo, infatigável, sempre vigilante nas causas da humanidade. Os seus olhos nunca se fecham. E no seu espelho mágico ele vê todos os acontecimentos da Terra"... (in Shambhalla, de Nicholas Roerich)
 

quinta-feira, 27 de julho de 2017

A TESE DA TERRA PLANA Á LUZ DA TERRA OCA


 
 
Só existe uma explicação lógica para a tese da “terra plana” numa perspectiva da Terra Oca onde só é possivel existir um vasto 'reino' terraplano iluminado por um Sol dentro da própria atmosfera limitada por um 'domo' ou espaço físico a que chamam de ‘Firmamento’ sem mais nenhuma visão do que exista para além dele.

As referências bíblicas que os terraplanistas fazem de um mundo plano onde as águas de cima foram separadas das águas de baixo, corresponde exatamente à ideia das que existem na superfície e no interior do planeta, sendo certo que cientistas da Actualidade descobriram recentemente um vasto Oceano no interior da Terra a 644 Km abaixo da crosta, portanto dentro de um ‘circulo’ fechado que impede essas águas de sairem para o espaço exterior.

Só assim é possivel perceber ou aceitar uma tese que doutro modo não faz qualquer sentido e se vislumbrará uma verdade que os próprios terraplanistas (e a maioria dos globalistas) desconhecem, revelada de resto por muitos autores que já falavam de um Reino Subterrâneo onde vive uma civilização mais perfeita e avançada milhares de anos, conhecida há muito pelos monges budistas hindus e tibetanos.

Francis Bacon, no seu livro a Nova Atlântida fala-nos da Ilha Branca, Morada dos Bem-Aventurados, que teria existido na superfície terrestre mas cujo povo se transferiu para o Interior da Terra aquando da grande catástrofe diluviana há milhares de anos.

Thomas Moore, no seu livro Utopia faz menção a uma região desconhecida com uma Sociedade altamente organizada e liderada pelo Rei Utopos, que bem pode ser o “Rei do Mundo” cuja morada é Shamballah; Tommaso Campanella, no seu livro a Cidade do Sol aborda temas muito semelhantes aos referidos por Thomas Moore;

Júlio Verne, o conhecido autor da Viagem ao Centro da Terra também fala-nos duma aventura vivida através de uma rede de túneis que levam a lugares desconhecidos no interior do Planeta onde existem espécies vegetais e animais que se julgavam extintos.

Bulwer Lytton, escreve em “A Raça futura” um romance entre um homem da superfície com uma entidade feminina dos mundos subterrâneos que lhe mostra como está organizada a sua Sociedade onde vive com um nível social, tecnológico e espiritual bastante avançada em relação a nós;

James Hilton, no livro Horizonte Perdido, fala-nos de uma região inóspita nos Himalaias que se denomina Shangri-Lá onde impera a harmonia dos seus habitantes que supostamente teriam descoberto há muito o “elixir da longa vida”...

Helena P. Blavatsky, a grande teosofista russa , escreve inúmeras obras nas quais Ísis Sem Véu e A Doutrina Secreta, que falam de um lugar onde se encontram os Santos Sábios no Governo Oculto do Mundo.

Saint-Yves d´Alveydre, na sua obra Missão da Índia fala-nos minuciosamente de um reino de Agharta e todos os seus aspectos hierárquicos, filosóficos, sociológicos, políticos e tecnológicos, duma grande Sociedade que se localiza no interior da Terra;

Ferdinand Ossendowski, na sua obra sobre Animais, Homens e Deuses, fala-nos das suas viagens pelo Oriente e dos relatos antigos relacionadas com os Mundos Subterrâneos e o enigma do Rei do Mundo e das suas profecias;

Alice Bailey, fala-nos de Shamballah, Lugar Sagrado no Centro do Mundo onde se situa um “Sol Central”, cuja luz origina as chamadas Auroras Boreais e Austrais através dos Polos, e não o Sol a 150 milhões de Km da Terra;

René Guénon, em o Rei do Mundo, fala-nos das inúmeras tradições em todo o planeta que descrevem a existência de Agharta e de Shamballah, assim como das cavernas e túneis subterrâneos que se perdem nas profundezas da Terra, Gaia ou Urântia, como também é conhecida;

Também Raymond Bernard, Nicholas Roerich, Alexandra David-Neel e o ilustre Henrique José de Sousa deram o seu melhor contributo em prol da divulgação dos Mundos Subterrâneos e falando abertamente de um País Maravilhoso com suas cidades explendorosas no interior da Terra.

Mas foi o Almirante Richard Byrd que mais conheceu de perto esses reinos após expedições ao Polo Norte e Polo Sul em 1947 tendo visto uma “Terra de Eterno Mistério” e contactado pessoalmente com o povo de Agharta contando toda a sua experiência no seu Diário que se manteve secreto até ao dia de sua morte e só 10 anos depois se tornaria conhecido e todos podem ver aqui:
http://www.novaera-alvorecer.net/DIARIO_SECRETO.htm

Rui M. Palmela

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

NICOLAS TESLA E A ENERGIA DA TERRA

 
 
“Queria iluminar toda a Terra. Há eletricidade suficiente para criar um segundo sol. A luz apareceria ao redor do equador, como um anel ao redor de Saturno.

A humanidade não está preparada para a grandeza. Em Colorado Springs impregnei a Terra com eletricidade. Também podemos espalhar as outras energias, como a energia mental positiva, que se encontra na música de Bach ou Mozart, ou nos versos dos grandes poetas...

No interior da Terra há energias de alegria, paz e amor que se expressam, por exemplo, através de uma flor que cresce, dos alimentos que saem dela e tudo o que a torna o lar do homem. Passei anos buscando a maneira para que esta energia pudesse influir nas pessoas. A beleza e o aroma das rosas podem ser utilizados como uma medicina e os raios do sol como alimento. A vida tem um número infinito de formas e o dever dos cientistas é encontrá-las em todas as formas da matéria...

Há vários problemas na Humamidade que ainda não foram resolvidos. Um deles é a comida. Que energia, estelar ou terrestre, pode alimentar todos os famintos da Terra? Com que vinho se pode saciar toda a sede para que as pessoas possam animar seu coração e entender que são deuses? Outra coisa é destruir o poder do mal e o sofrimento que ocorre na vida do homem...

Neste século, a doença se estendeu da Terra ao Universo. Descobri uma estrela que, de acordo com as leis astronômicas e matemáticas, poderia desaparecer e, mesmo assim, nada se modificaria. Essa estrela está nesta galáxia. Sua luz pode ser emitida com tal densidade que encaixa numa esfera menor que uma maçã e ao mesmo tempo mais pesada que o nosso Sistema Solar.

As religiões e as filosofias ensinam que o homem pode chegar a ser o Cristo, Buddha ou Zaratustra. O que estou tratando de demonstrar é que há que fazer no Universo para que cada ser nasça como Cristo, Buddha ou Zaratustra. Sei que a gravidade é adversa a tudo que tenha que voar e minha intenção não é fazer os dispositivos de voo (aviões ou mísseis), mas ensinar ao indivíduo a recuperar a consciência sobre suas próprias asas”...

NICOLA TESLA

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

O ULTIMO PRAZO DADO À HUMANIDADE


 
Segundo Chico Xavier, o maior médium brasileiro dos últimos tempos, a Humanidade terá apenas poucos anos para mudar seus comportamentos e corrigir todos os erros e desregramentos no planeta Terra. Essa foi a informação que terá recebido de Entidades Superiores que estabeleceram um prazo de 50 anos após a última reunião ocorrida nas Altas Esferas Espirituais em 1999.

 Para quem quiser ver o video sobre este assunto, clique aqui:
http://www.novaera-alvorecer.net/a_data_limite.htm

 Doutro modo, faz todo o sentido que não se adie mais uma intervenção extraterreste necessária neste mundo, porquanto ele está sendo cada vez mais destruido e corrompido por uma espécie "racional e inteligente" que se tem comportado de modo tão incoerente.

 Assim, se foi determinado um prazo que termina em 20 de Julho de 2019, esperemos que os responsáveis deste planeta se reunam numa Cimeira Global e se entendam como irmãos tomando as decisões mais importantes e urgentes sobre o futuro da Humanidade e não se detenham em questões egoistas que só interessam a alguns poderosos que dominam o mundo inteiro pelo poder do dinheiro. Se nada mudar ou melhorar dentro de apenas 4 anos, então lembro as palavras de um "Ultimato Planetário" que foi estabelecido há muito pelos Mestres dos Ciclos Cósmicos que já diziam a 'Satã', o Opositor terrestre, o seguinte:

«Está bem que tua candeia brilhe, mas que não faça embargo a outras luzes mais gloriosas do vasto espaço estrelado!  Destrói a muralha que construiste em redor da Terra, porque dentro dela a humanidade sufoca espiritualmente. O relógio cósmico mostra que vai chegar o tempo da Idade do Espirito, não o podes parar mesmo que o desejes, porque os Dhyan Choans (Seres Supraplanetários) trarão em breve do fundo do Espaço um corpo que tem estado invisivel até aqui, um simples vórtice de energias, mas quando entrar em acção  as suas chamas devorarão todas as tuas obras»...

 «Século após século, milénio após milénio, temos dirigido mensagens à Humanidade que convinham aos diversos povos. Todas insistiam na necessidade da união e da fraternidade universal. Infelizmente, muito poucos conseguiram despertar a consciência humana e por isso se torna necessário agora (nestes tempos críticos) lançar um último aviso. É o "Ultimato Planetário: a Humanidade terá de aceitar o Poder do Coração, ou destruir-se-á a si própria. Tendo transgredido a lei da universalidade da vida, pelo seu comportamento destruidor, o homem será julgado e punido pela Natureza. Todas as cidades poderão ser submersas pelos oceanos e os grandes continentes desmantelados por cataclismos vulcânicos».

«Depois do Ano dos Arahts (Homens Iluminados ou Mestres Perfeitos), o Ultimato Planetário deverá ser presente à atenção de todos os povos do mundo. Esta mensagem deverá ser transmitida com bondade e compaixão, embora com toda a firmeza pelos homens de boa vontade».

 Por fim,  "a Humanidade deve escolher entre a via que leva ao abismo da decadência moral e a que sobe para as estrelas."

"Se esta Mensagem não for entendida e se as massas se obstinarem em pisar o caminho ao lado do 'Principe das Trevas', então a Hierarquia Cósmica levantará o desafio e o Mestre Radioso de Shambhala (o Rei do Mundo) aniquilará todo o mal que existe na Terra".

"Passou o tempo das crucificações e dos suaves profetas que pregavam ás multidões entusiastas. Estamos agora no tempo dos 'Arhats' que se exprimirão por meio dos Elementos e os Exércitos Celestes estão prontos para combater os 'guerreiros das Trevas' e todas as forças maléficas da Terra que envenenam o Espaço e perturbam todo o Sistema Solar".

 Portanto, subscrevo tudo o que diz o médium brasileiro Chico Xavier que fala de algo que vem ao encontro desta questão.

Pausa para reflexão!

Ri M. Palmela
 
 
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